Mais de 35 milhões de brasileiros não têm acesso à água tratada em todo o país. Além disso, 100 milhões não têm coleta de esgoto. Ao mesmo tempo, apenas 50% do esgoto é tratado no Brasil – o que significa que mais de 5,3 mil piscinas olímpicas de esgoto sem tratamento são despejadas na natureza todos os dias. Estes são apenas alguns dos destaques do atual cenário do saneamento básico no Brasil, segundo um estudo do Instituto Trata Brasil divulgado dia 22/03/22 para celebrar o Dia Mundial da Água.

Para entender melhor a situação do país, o estudo analisa os indicadores de saneamento das 100 maiores cidades do país, que concentram aproximadamente 40% da população brasileira.

OS DESTAQUES DESTAS CIDADES SÃO OS SEGUINTES:

A cobertura de água tratada aumentou de 93,5% para 94,4% entre 2019 e 2020.

A população com acesso a coleta de esgoto também cresceu de 74,5% para 75,7%.

Já o esgoto tratado passou de 62,2% para 64,1%.

Na contramão dos outros indicadores, a perda de água na distribuição aumentou de 35,7% para 36,3%. Neste caso, o aumento significa piora, já que mais água está sendo desperdiçada.

Veja a seguir quais são as 20 cidades com os melhores indicadores de saneamento básico:

Santos (SP)

Uberlândia (MG)

São José dos Pinhais (PR)

São Paulo (SP)

Franca (SP)

Limeira (SP)

Piracicaba (SP)

Cascavel (PR)

São José do Rio Preto (SP)

Maringá (PR)

Ponta Grossa (PR)

Curitiba (PR)

Vitória da Conquista (BA)

Suzano (SP)

Brasília (DF)

Campina Grande (PB)

Taubaté (SP)

Londrina (PR)

Goiânia (GO)

Montes Claros (MG)

 

E aqui abaixo, as 20 piores cidades analisadas:

Macapá (AP)

Porto Velho (RO)

Santarém (PA)

Rio Branco (AC)

Belém (PA)

Ananindeua (PA)

São Gonçalo (RJ)

Várzea Grande (MT)

Gravataí (RS)

Maceió (AL)

Duque de Caxias (RJ)

Manaus (AM)

Jaboatão dos Guararapes (PE)

São João de Meriti (RJ)

Cariacica (ES)

São Luís (MA)

Teresina (PI)

Recife (PE)

Belford Roxo (RJ)

Canoas (RS)

 

O estudo destaca que, historicamente, as cidades dos estados de São Paulo, Paraná e Minas Gerais ocupam as primeiras posições do ranking. Na outra ponta, entre os piores municípios, estão principalmente cidades das regiões Norte e Nordeste e do estado do Rio de Janeiro.

O saneamento básico é um serviço que reflete diretamente na vida das pessoas, leva algum tempo para uma cidade ter avanços significativos em saneamento. Por isso é necessário ter planejamento adequado, metas e recursos. É um tema importante que deve ser debatido e cobrado.

VEJA O RANKING DO SANEAMENTO BÁSICO COMPLETO:

Santos (SP)

Uberlândia (MG)

São José dos Pinhais (PR)

São Paulo (SP)

Franca (SP)

Limeira (SP)

Piracicaba (SP)

Cascavel (PR)

São José do Rio Preto (SP)

Maringá (PR)

Ponta Grossa (PR)

Curitiba (PR)

Vitória da Conquista (BA)

Suzano (SP)

Brasília (DF)

Campina Grande (PB)

Taubaté (SP)

Londrina (PR)

Goiânia (GO)

Montes Claros (MG)

Sorocaba (SP)

Palmas (TO)

Niterói (RJ)

Campinas (SP)

Praia Grande (SP)

Petrópolis (RJ)

Uberaba (MG)

Campo Grande (MS)

Jundiaí (SP)

São José dos Campos (SP)

Boa Vista (RR)

Santo André (SP)

Petrolina (PE)

Ribeirão Preto (SP)

Anápolis (GO)

João Pessoa (PB)

Belo Horizonte (MG)

Taboão da Serra (SP)

Salvador (BA)

Diadema (SP)

Campos dos Goytacazes (RJ)

Caruaru (PE)

Porto Alegre (RS)

Rio de Janeiro (RJ)

Osasco (SP)

Sumaré (SP)

Aparecida de Goiânia (GO)

Mauá (SP)

São Bernardo do Campo (SP)

Serra (ES)

Contagem (MG)

Carapicuíba (SP)

Vitória (ES)

Mogi das Cruzes (SP)

Cuiabá (MT)

Betim (MG)

Itaquaquecetuba (SP)

Guarujá (SP)

São Vicente (SP)

Florianópolis (SC)

Ribeirão das Neves (MG)

Caxias do Sul (RS)

Aracaju (SE)

Paulista (PE)

Olinda (PE)

Blumenau (SC)

Mossoró (RN)

Guarulhos (SP)

Feira de Santana (BA)

Juiz de Fora (MG)

Vila Velha (ES)

Natal (RN)

Bauru (SP)

Nova Iguaçu (RJ)

Santa Maria (RS)

Fortaleza (CE)

Camaçari (BA)

Joinville (SC)

Caucaia (CE)

Pelotas (RS)

Canoas (RS)

Belford Roxo (RJ)

Recife (PE)

Teresina (PI)

São Luís (MA)

Cariacica (ES)

São João de Meriti (RJ)

Jaboatão dos Guararapes (PE)

Manaus (AM)

Duque de Caxias (RJ)

Maceió (AL)

Gravataí (RS)

Várzea Grande (MT)

São Gonçalo (RJ)

Ananindeua (PA)

Belém (PA)

Rio Branco (AC)

Santarém (PA)

Porto Velho (RO)

Macapá (AP)

 

Fonte: G1 Economia

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