A sustentabilidade tem sido um critério para os canteiros de obras, já que todo projeto gera resíduos de quantidade elevada, prejudicando o meio ambiente. Sendo assim, os clientes vêm optando pelas empresas que apresentam novas soluções de redução de impacto e, principalmente, de desperdício de inúmeros materiais utilizados.

Apesar de ser possível estimar uma quantidade de resíduos gerada, o ideal é considerar as formas mais eficazes de aproveitamento do material e o descarte ecológico. O impacto social que o setor de construção civil proporciona tem como foco criar novas e melhores condições para os locais, podendo contribuir com a economia e ainda com a qualidade de vida. Para avaliar estes critérios ecológicos, é preciso que o profissional contratado para realizar sua obra possua em seu relatório os itens a serem observados e respeite as tratativas do momento do planejamento.

Ao aderir a sustentabilidade na construção civil, a construtora passa a ter direito à alguns incentivos fiscais por parte do governo brasileiro, tanto em âmbito federal, como estadual e municipal. Assim, uma construção verde, que é uma obra ecologicamente correta, poderá contar com alguns financiamentos e descontos em impostos fiscais.

Ao redor do mundo, principalmente em países desenvolvidos, há uma série de incentivos econômicos para construções verdes.

No Brasil os incentivos podem não ser suficientes e tão eficientes ainda, mas já ajudam a reduzir a carga tributária das construções. Um dos incentivos fiscais que existem em diversas cidades brasileiras é o IPTU Verde, desconto que é dado no IPTU para obras que implementarem sistemas ecoeficientes nas suas construções ou reformas.

Cada cidade que utiliza o IPTU Verde determina o valor dos descontos, mas eles variam de 5% a 20%. Os sistemas ecoeficientes que devem ser implementados também variam, mas alguns exemplos são:

Captação e reutilização de água;

– Reciclagem e reuso de resíduos de materiais de construção;

– Uso de placas solares para o aquecimento de água;

– Uso de placas fotovoltaicas para geração de energia elétrica.

Vale destacar ainda que, em 2020, o Senado aprovou um Projeto de Lei (PLS 252/2014), elaborado em 2014, que visa oferecer incentivos econômicos à construções que adotarem práticas de redução de consumo de água e maior eficiência energética. Porém, o projeto precisa passar ainda pela Câmara dos Deputados.

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